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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
11 de julho: dia histórico para os trabalhadores
Na última quinta-feira, 11 de julho foi o Dia Nacional de Lutas com Greves e Mobilizações, com o tema “Pelas liberdades democráticas e pelos direitos dos trabalhadores”.
A pauta de reivindicações consensual é redução das tarifas e melhorias no transporte coletivo, mais investimentos em saúde e educação públicas, contra os leilões das reservas de petróleo e em defesa do patrimônio público, fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias, redução da jornada de trabalho e contra o PL 4330 (que regulamenta a terceirização), reforma agrária. A luta da juventude pela redução da tarifa deu exemplo ao conquistar a revogação do aumento em diversas cidades brasileiras, principalmente as maiores, Rio e São Paulo. Os trabalhadores foram às ruas, unificados, e levantarem bandeiras comuns de suas demandas. Cobramos do governo Dilma que atenda as demandas que não têm sido ouvidas. Essa mesma cobrança fazemos aos governos estaduais e municipais, sejam eles de qualquer partido que ataquem os direitos da classe trabalhadora.
EM CAMPOS OS TRABALHADORES ORGANIZADOS ENTRAM EM CENA!
Abaixo algumas fotos do ato em Campos que começou no Calçadão do Centro e seguiu com uma marcha até a BR 101, que foi fechada pelos manifestantes, e terminou em frente à prefeitura.
O SEPE Campos levou às ruas a pauta de reivindicação da categoria, a faixa do sindicato exigia a realização de eleições diretas par direção de escolas.
Abaixo algumas fotos do ato em Campos que começou no Calçadão do Centro e seguiu com uma marcha até a BR 101, que foi fechada pelos manifestantes, e terminou em frente à prefeitura.
O SEPE Campos levou às ruas a pauta de reivindicação da categoria, a faixa do sindicato exigia a realização de eleições diretas par direção de escolas.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
É hoje:trabalhadores na rua
UNIDADE E AÇÂO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS
11 DE JULHO CONVOCADO PELAS CENTRAIS SINDICAIS
PRAÇA SÃO SALVADOR - 14h
As centrais sindicais brasileiras, CSP-Conlutas, CUT, UGT, Força Sindical, CGTB, CTB e NSCST, juntamente com o MST e o Dieese, realizaram uma reunião para discutir o processo de lutas que tomou conta do país. Foi definido que 11 de julho será o Dia Nacional de Lutas com Greves e Mobilizações, com o tema “Pelas liberdades democráticas e pelos direitos dos trabalhadores”. A pauta de reivindicações consensual é redução das tarifas e melhorias no transporte coletivo, mais investimentos em saúde e educação públicas, contra os leilões das reservas de petróleo e em defesa do patrimônio público, fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias, redução da jornada de trabalho e contra o PL 4330 (que regulamenta a terceirização), reforma agrária. A luta da juventude pela redução da tarifa deu exemplo ao conquistar a revogação do aumento em diversas cidades brasileiras, principalmente as maiores, Rio e São Paulo. É hora de os trabalhadores irem às ruas, unificados, e levantarem bandeiras comuns de suas demandas. Além da participação nas mobilizações que estão acontecendo, entrará de forma organizada nesta luta. Precisamos cobrar do governo Dilma que atenda as demandas que não têm sido ouvidas. Essa mesma cobrança devemos fazer aos governos estaduais e municipais, sejam eles de qualquer partido que ataquem os direitos da classe trabalhadora.
EM CAMPOS OS TRABALHADORES ORGANIZADOS ENTRAM EM CENA!
As entidades sindicais de Campos dos Goytacazes, como o SEPE e o SINASEFE, estabeleceram a unidade para a ação conjunta. A onda de protestos que varre o país e que também chegou a nossa cidade tornou necessária a intervenção conjunta dos trabalhadores. É preciso que os trabalhadores organizados também façam ser ouvidas suas demandas, pois, a décadas somos nós que temos pago conta das políticas que encarecem os alimentos e os serviços, como transporte coletivo, saúde e educação.
A unidade de ação dos trabalhadores campistas está nas ruas para levantar suas bandeiras e reivindicar mais investimentos em setores cruciais para melhoria das condições de vida da classe trabalhadora e da juventude. Em Campos a situação não é diferente do restante do país. Há décadas uma mesma elite que se reveza no poder da cidade tem feito a farra com o dinheiro público. Enquanto o CEPOP é construído, mães trabalhadoras não têm creches para deixar seus filhos, mulheres sofrem com a violência sem ter uma delegacia especializada, escolas são fechadas e outras ficam em péssimo estado, trabalhadores e trabalhadoras tem de dormir em filas de hospitais, e a maioria da população tem que se espremer em ônibus lotados.
É preciso virar esse jogo. Por isso a unidade de ação dos trabalhadores campistas se incorpora a luta nacional dos trabalhadores, mas, também faz exigências a prefeita Rosinha Garotinho. É preciso que avancemos nas reivindicações da classe trabalhadora. Reivindicamos para Campos:
• Manutenção do passe livre aos estudantes de escolas públicas e expansão aos de escolas privadas e trabalhadores desempregados;
• Fim do repasse de verbas para as empresas privadas do transporte coletivo, pela criação de uma empresa municipal de transportes;
• Ampliação do número de creches e imediata reabertura das escolas fechadas;
• Eleição direta para diretores de escola;
• Reforma e ampliação do HGG e Hospital Ferreira Machado.
• Rejeição à implantação do Nova Escola pois gratificação não é salário!
Traga sua bandeira e vem pra rua!
terça-feira, 9 de julho de 2013
Assembleia unificada do SEPE Campos
A assembleia unificada das redes públicas estadual e municipais de educação do Rio de Janeiro, realizada no dia 27 de junho, decidiu pela participação no Dia Nacional de Luta, em 11 de julho, convocado pelas centrais sindicais. A categoria também vai participar de todas as atividades e atos programados pelas entidades representativas dos trabalhadores neste dia. Em Campos vamos realizar nossa assembleia hoje quanta-feira na pauta está a discussão sobre nossos eixos de luta e nossas palavras de ordem no ato de amanhã em conjunto com outras categorias e as centrais sindicais. Nossa assembleia unificada acontece às 18h na sede do SEPE no Edifício Ninho das Águias 5°andar sala 513.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Prorrogada até hoje a inscrição para a CONAE Municipal
Foi prorrogada até hoje (02/07), às 17:00 , a inscrição para a CONAE Municipal, que acontecerá no dia 09 de julho.
Quem pode se inscrever? profissionais de educação das redes municipal, estadual e particular, incluindo o ensino superior, representantes de pais e alunos, grêmios. No SEPE tem fichas de insncrição, que deverão ser entregues no Conselho Municipal de Educação.
A diretora do SEPE Campos Norma Dias esclarece o que é a CONAE:"A Conferência Nacional de Educação (CONAE) é um espaço democrático aberto pelo Poder Público com a sociedade para que todos possam participar do desenvolvimento da Educação Nacional."
A segunda edição da CONAE será realizada de 17 a 21 de fevereiro de 2014, em Brasília, e terá como tema central, conforme prevê o Documento-Referência, O PNE na Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração.
A CONAE/2014 é precedida por etapas preparatórias, compreendidas em conferências livres e conferências ordinárias municipais e/ou intermunicipais, estaduais e do Distrito Federal, sendo todas estas atividades realizadas até o final de 2013. O objetivo é garantir a participação da sociedade nas discussões pertinentes à melhoria da educação nacional. Nesses eventos, portanto, os espaços de discussão são abertos à colaboração de todos — profissionais da educação, gestores educacionais, estudantes, pais, entidades sindicais, científicas, movimentos sociais e conselhos de educação, entre outros.
A CONAE/2014 possui caráter deliberativo e apresentará um conjunto de propostas que subsidiará a implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), indicando responsabilidades, corresponsabilidades, atribuições concorrentes, complementares e colaborativas entre os entes federados e os sistemas de ensino.
sábado, 29 de junho de 2013
Trabalhadores de Campos entram em cena
Naúltima quinta-feira, dia 27 de junho os trabalhadores de Campos através do movimento sindical promoveram o primeiro ato público preparatório para o dia 11 de julho, Dia de Luta convocado pelas Centrais Sindicais.
Abaixo o texto do manifesto distribuído à população.
Abaixo o texto do manifesto distribuído à população.
FORTALECER O DIA 27 DE JUNHO EM TODO O PAÍS E
PREPARAR O DIA NACIONAL DE LUTAS EM 11 DE JULHO CONVOCADO PELAS CENTRAIS SINDICAIS
As centrais sindicais brasileiras,
CSP-Conlutas, CUT, UGT, Força Sindical, CGTB, CTB e NSCST, juntamente com o MST
e Dieese, realizaram uma reunião nessa terça-feira (25) para discutir o processo
de lutas que tomou conta do país. Foi definido que 11 de julho será o Dia
Nacional de Lutas com Greves e Mobilizações, que apresenta o tema Pelas Liberdades democráticas e pelos
direitos dos trabalhadores. A pauta de reivindicações consensual é:
-
Redução das tarifas e melhoria no transporte coletivo;
-
Mais investimentos em Saúde e Educação públicas;
-
Contra os leilões das reservas de petróleo e em defesa do patrimônio público;
-
Fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias;
-
Redução da jornada de trabalho e contra o PL 4330 que regulamenta a
terceirização;
-
Reforma Agrária.
A luta da juventude pela redução da
tarifa deu exemplo ao conquistar a revogação do aumento em diversas cidades
brasileiras, principalmente as maiores, como Rio e São Paulo. É hora dos
trabalhadores irem às ruas, unificados, e levantarem bandeiras comuns de suas
demandas. Além da participação nas mobilizações que estão acontecendo, onde
entraremos de forma organizada nessa luta. Precisamos cobrar do governo Dilma a
atenção às demandas que não têm sido ouvidas. Essa mesma cobrança deve ser
feita aos governos estaduais e municipais, independente de qualquer partido,
devemos cobrar de qualquer governo que ataque os direitos da classe
trabalhadora.
Nesta oportunidade denunciamos ações fascistas praticadas por alguns
elementos infiltrados nas manifestações que acontecem no Brasil, contra militantes de esquerda que
historicamente levantam as bandeiras dos trabalhadores em sua luta cotidiana.
EM CAMPOS, OS TRABALHADORES
ORGANIZADOS ENTRAM EM CENA
As entidades sindicais de Campos dos
Goytacazes como o SEPE e o SINASEFE, reunidas na última quarta-feira (26),
estabeleceram a unidade para a ação conjunta. A onda de protestos que varre o
país e que também chegou a nossa cidade tornou necessária a intervenção
conjunta dos trabalhadores. É preciso que os trabalhadores organizados também
façam ser ouvidas suas demandas, pois, a décadas somos nós que temos pago a
conta das políticas que encarecem os alimentos e os serviços, como o transporte
coletivo, a saúde e a educação.
A Unidade
de Ação dos Trabalhadores Campistas está nas ruas para levantar suas
bandeiras e reivindicar mais investimentos em setores cruciais para melhoria
das condições de vida da classe trabalhadora e da juventude. Em Campos a
situação não é diferente do restante do país. Há décadas uma mesma elite que se reveza no poder da cidade tem feito farra com o dinheiro público. Enquanto o CEPOP é construído, mães
trabalhadoras não têm creches para deixar seus filhos, mulheres sofrem com a
violência sem ter uma delegacia especializada, escolas são fechadas e outras
ficam em péssimo estado, trabalhadores e trabalhadoras tem de dormir em filas
de hospitais, e a maioria da população tem que se espremer em ônibus lotados.
É preciso virar esse jogo, por isso, Unidade de Ação dos Trabalhadores Campistas se
incorpora a luta nacional dos trabalhadores, mas, também faz exigências a
prefeita Rosinha Garotinho. É preciso que avancemos nas reivindicações da
classe trabalhadora, é preciso que reivindiquemos para Campos.
-
Manutenção do passe livre aos estudantes de escolas pública e expansão aos
estudantes de escola privada e trabalhadores desempregados;
-
Fim do repasse de verbas para as empresas privadas do transporte coletivo, pela
criação de uma empresa municipal de transportes;
-
Ampliação do número de creches e imediata reabertura das escolas fechadas;
-
Eleição direta para diretores de escola;
-
Reforma e ampliação do HGG e Hospital Ferreira Machado;
-
Rejeição à implantação do Nova Escola, pois gratificação não é salário!
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